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06 julho 2016

Solidão...


Há solidão na casa sem bulha,
sem notícias, sem verde, sem crianças.
E se algo há quebrado nesta tarde,
que desce e que range,
são dois velhos caminhos brancos, curvos.
Por eles segue meu coração, caminhando.

César Vallejo.



Quem sou eu

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Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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