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06 dezembro 2008



O infinito a minha frente pede
Olhos mareados de horizontes,
Meus limites não diviso
Senão no que concebo da vastidão de mim.
Contenho extremos de estrelas de céu mar
Faz mistério de leste a oeste.
Gigantesca, aposso-me da brisa,
Do sol derramado,
Das peles que queimam verões.
Antes de chegar o amor e arrasar
Com toda simbologia marítima,
E me fazer crer que a imensidão vagante de mim
É você, que gira gira o sol,
Perfuma minha pele,
Gira gira o amor por dentro,
Do que contemplo nessa tarde já ida
De pássaros e de meninos.


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Um comentário:

Delfim Peixoto disse...

Lindo poema com perfume de sonhos vividos

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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