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11 dezembro 2009

A luz mansa que emprestei de Quintana...



A luz mansa que emprestei de Quintana,
veio hoje me visitar
Tão calma, com mãos boas
Um afago
Um carinhar
E veio assim, essa luz mansa sobre mim
Como se eu fosse janela
Quarto
Sala
Varanda
Como se eu fosse Casa
A luz mansa vem de manhã
Quando tudo começa de novo
Quando os carros saem das garagens
Os comerciantes abrem as portas de ferro
Os pássaros estão escondidos, cantando
Então ela vem
E me ensina como é bom ser simples
Como sou simples de fato
Como só quero
Amanhecer devagar...

MÔ AMORIM
http://estripitizese.blogspot.com/



20 comentários:

Daniel Costa disse...

Sonia

Mário Quintana foi uma óptima referência para o bonito e suave poema de Nô Amorim. As encantadoras paisagens que as fotos acentuam foram o cenário ideal pra um poema de tal teor.
Posso insistir? danielcosta@tele2.pt
Considerações
Daniel

Maria Valadas disse...

Querida Sónia,

Um belo poema muito bem escolhido para fazer par com as belíssimas fotografias que nos oferece da sua Ilha.

Bom final de semana.

Beijinhos.

Juliana Paez disse...

Olá Soninha....Mario Quintana é sempre uma grande inspiração!!!

Adorei a delicadeza das palavras!!!

Bjos com grande carinho da JU

ruma2008 disse...

Obrigado por mostrar a paisagem maravilhosa.

Saudações.

Maysha disse...

Mario Quintana e as suas belas palavras, junto com as tuas maravilhosas fotos Sónia, uma inspiração!
Beijos querida, bom fim de semana
Isa

Ele disse...

Imagens singelas, porém, adoráveis.
É o que eu costumo dizer - Coisas simples são mais gostosas de se viver.

Parabéns e obrigado pelas imagens. Tenha um ótimo fim de semana.

Abração!

Chica disse...

Lindo poema, perfeito e as fotos, bem escolhidas e lindas!beijos,lindo fim de semana,chica

Wanderley Elian Lima disse...

Realmente Quintana ilumina a todos nós.
Um lindo fim de semana
Abraço

Dois Rios disse...

Poema terno, suave e delicado tal qual a luz do Quintana.

Beijos,
Inês

Sereia disse...

Bom dia minha querida.
Como sempre arrasando nas postagem né...
Um beijo grande.

Manu disse...

Olá Sonia!

Abro os olhos e vejo a luz
brilho intenso de serenidade
algo no mundo agora me seduz
e me enche de sã felicidade

Bela postagem como sempre.Bom fim de semana. Beijos

Conceição disse...

Olhar Floripa, é embalar a mais doce saudade de quando aí estive. Quintana de onde estiver, deve estar feliz e orgulhoso de voce
Parabens pela doçura de poesia que voce escreve

bjos

Ceição Bentes

Vitor Chuva disse...

Olá Sonia!

Linda forma de nos dizer que se pode ser - muito - feliz com muito pouco, quando sabemos olhar o que a natureza nos oferece no começar de cada novo dia. As fotos, bonitas, servem lindamente o poema.

Uma abraço.
Vitor

Agulheta disse...

Sónia.
Palavras de boa poesia sempre bem escolhidas,ou não fossem de Quintana,as fotos fazem este blogue bem apetecível.
Beijinho bfs
Lisa

jorgeferrorosa disse...

Palavras belas que encadeiam fontes da natureza, escondem sentimentos e fazem deste cantinho um lugar de chuvas de silêncio.
Gostei bastante.
Abraço

Jorge Ferro Rosa

paula barros disse...

As belezas do simples que tocam o coração e engradece os dias.

bjs

ivone fonseca disse...

Vc smpre com belas escolhas encontrando o equilibrio das fotos com o poema e hj em especial com este poema doce e suave.. excelente referencia.. excelente escolha.

Um grd bj t+

Cris Tarcia disse...

Lindo poema e lindas fotos,

Beijos

Sônia Silvino disse...

Oi, xará!
Tem um presente pra ti em:
http://soniasilvinothebestblogs.blogspot.com
Passe lá!
Bjkas!!!

mô amorim disse...

Ops! Será que as pessoas perceberam que o poema NÃO É de Quintana? Que apenas fiz menção dele no poema? Pena as pessoas lerem tão tão rapidamente...Pena...Acho que somente o Daniel Costa percebeu isso...Mesmo assim, Sônia, é uma honra ter um poema meu 'ilustrando' teu blog...Beijos, mô amorim
www.estripitizese.blogspot.com

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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