.

.

04 março 2010

Alamedas



Nesta orla de verdes em verdes
no silêncio dos passos-pensamentos
sozinha volto a caminhar na placidez do orvalho
na manhã que em mim desponta
no vício das cores do eterno olhar.
Ecos que minha alma entoa 
na grama que rasga as pedras 
na chuva que lava a terra 
alamedas do meu sentir.
Nos sentidos que respira a memória
crio as minhas telas 
sinfonias em aquarelas
poemas 
gravados nas entranhas
que voam como pássaros
ao espaço como as folhas
livres das minhas mãos
regando outras emoções
como flechas espalhadas pelo chão ...

Maria Thereza Neves



18 comentários:

Nanda Assis disse...

q delicia q deve ser o vento de cima daquela pedra.

bjosss...

SolBarreto disse...

Adoro vir aqui...sempre tem algo de encantador, que faz sonhar...viajar pra lugares lindos e por alguns momentos esquecer quem se é e onde esta....

tossan disse...

Muito bonito o poema, mas as fotos são ótimas! Beijo

Ana Carvalho disse...

que delícia de lugar.dá pra se sentir leve só de olhar...
=]

http://laislabonitta.blogspot.com/

direitinho disse...

Eterno caminhar no acordar das manhãs que recria as memórias e nos enche a alma de belas sinfonias.

Maurélio disse...

Que deliciosas manhãs as deste Paraíso.
Um terno beijo, textos e fotos maravilhosos.

Sonhadora disse...

Sonia
Lindo poema e belas fotos.
sempre lindo por aqui.

Beijinhos
Sonhadora

Tatiana disse...

Sônia...
a beleza das fotos inspira a leitura do poema. Tudo muito perfeito por aqui!

Um beijo carinhoso

Renato Baptista disse...

Olá...

Fica um convite para que aprecie o primeiro Conto Poético de minha autoria, que você pode ler lá na Academia da Poesia.... http://academiadapoesia.blogspot.com
A sua visita e a sua opinião serão muito importantes para mim.
Deixo o meu abraço* e esteja com Deus.

Renato Baptista

AROBOS disse...

Visita obligada la que hago con frecuencia a tus páginas, para disfrutar de la dulzura de los versos que nos traes y de las hermosas imágenes.

ju rigoni disse...

Oi, Sonia!

Sempre bom vir para respirar a poesia dessas lindas imagens e dos belos poemas que você publica por aqui.


Bjs e inté!

continuando assim... disse...

convite para seguir a história de Alice, lá no
--- continuando assim... ---

ainda vai no início...:)

bj
teresa

Wanderley Elian Lima disse...

Oi Sonia
Como sempre, belo poema e belas imagens.
Um bfs pra você
Um abraço

Pérola disse...

Boa noite amiga.
Vim navegar nos seus poemas e dar um mergulho no mar.
Parabéns minha linda.
Um beijo grande.

M@ria disse...

Poema e paisagens maravilhosas amiga.

Te convido a vir ver minha postagem e ver se gostas aki no M@ria......Beijossssss

Pelos caminhos da vida. disse...

M de Mulher:

Seus Malabarismos Mágicos Manipulam Marionetes.
Meninas, Mães, Madres, Marquesas e Ministras.
Madalenas ou Marias.

Marinas ou Madonas.
Elas são Manhãs e Madrugadas.
Mártires e Massacradas.
Mas sempre Maravilhosas, essas Moças Melindrosas.
Mergulham em Mares e Madrepérolas, em Margaridas e Miosótis.
E são Marinheiras e Magníficas.
Mimam Mascotes.
Multiplicam Memórias e Milhares de Momentos.
Marcam suas Mudanças.
Momentâneas ou Milenares, Mudas ou Murmurantes,
Multicoloridas ou Monocromáticas, Megalomaníacas ou Modestas,
Musculosas, Maliciosas, Maquiadoras, Maquinistas,
Manicures, Maiores, Menores, Madrastas,
Madrinhas, Manhosas, Maduras, Molecas,
Melodiosas, Modernas, Magrinhas.
São Músicas, Misturas, Mármore e Minério.
Merecem Mundos e não Migalhas.
Merecem Medalhas.
São Monumentos em Movimento, esses Milhões de Mulheres Maiúsculas.

(texto tirado da net).

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

beijooo.

Vitor Chuva disse...

Olá Sonia!
Passos e pensamentos caminhando em paralelo, completando-se mutuamente.
Bonitos versos.

Um abraço; bom fim de semana!
Vitor

Zilda Santiago disse...

Aquela foto na pedra já é um poema insuperável!!!!!!!!!!!!!Parabéns.

http://rumoslibertadores.blogspot.com

Este é o end. do meu novo blog.

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

.

.