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11 setembro 2010

IDÍLIO


Lírica a tarde cai
Com secura nas folhas;
Lírica, a minha vista vai
A olhar o que tu olhas…

Oliveiras de sonho
A ver nascer a lua…
Liricamente ponho
A minha mão na tua.

Miguel Torga (1941)



15 comentários:

SAM disse...

Bom dia, Sonia


maravilhosamente lírico este belo poema de Miguel Torga. Fotos e música belíssimas fazem deste um post especial. Parabéns.

Bom domingo. Beijos com carinho.

Eduardo Aleixo disse...

Lindo o idílio do poema de Torga com as gaivotas e o barulho do mar. Gostei muito.

Sonhadora disse...

Minha querida
maravilhoso este poema de Torga e acompanhado por belas imagens, que o completa.

beijinhos
Sonhadora

Branca disse...

Simples, terno, maravilhoso poema!

Bom domingo e boa semana!
Bjo!

Graça Pereira disse...

Miguel Torga no seu melhor...Lindo!
E as fotos??A do portal está maravilhosa...quase oiço o barulho do mar e das gaivotas..
Beijo e boa semana
Graça

Ana Martins disse...

Maravilhoso, li e reli!

Beijinhos,
Ana Martins
Ave Sem Asas

Wanderley Elian Lima disse...

Adorei esse poema lírico.
Tenha uma linda semana.
Um abraço

João Menéres disse...

E não é que eu não conhecia???

Um beijo e parabéns.

Rosemildo Sales Furtado disse...

E em meio ao lirismo, o amor nasce. Lindo poema do Miguel Torga. Bela escolha.

Abraços e ótima semana pra ti e para os teus.

Furtado.

Por toda minha Vida disse...

Bom dia.

Lindo como sempre e parabéns pela linda família.
Que Deus abençoe a todos.

Renata

SKIZO disse...

Fabuloso

Hanukká disse...

Olá,linda semana, bjos

O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.
E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.Romanos.


O AMOR AO PRÓXIMO -
O amor não é Eros, que sempre cobiça, mas Ágape, que jamais acabará.
A novidade, a originalidade do amor é ele não participar do círculo vicioso
que vai do mal ao mal e da reação à revolução.


O amor é “justiça equalizadora eterna” (Kierkegaard),
porque a ninguém justifica segundo o próprio desejo;
O amor edifica a comunidade porque unicamente procura comunhão;
O amor nada espera porque já atingiu o alvo;
nada procura, porque já encontrou;nada quer porquanto já realizou;
nada pergunta, pois já sabe;
não luta porque já venceu.
O amor não contradiz e, por isso, não pode ser refutado;
não concorre e, portanto, não é vencido;
não busca decisão e, conseqüentemente, ele próprio é a decisão.


O amor destrói os ídolos
porque não cria outros.

Karl Barth

AROBOS disse...

Se disfrutan estos versos y esas imágenes mucho mejor al ritmo de ese vals que has colocado de fondo musical.

Vitor Chuva disse...

Olá Sonia!

É simplesmente a simplicidade e a candura em forma de poesia.

Um abraço.
Vitor

Amor feito Poesia disse...

Vem do mar esse gosto de poesia
trazido pelo vento nas areias
a embalar a clara luz do dia...

£uma

Beijos poéticos neste dia! M@ria

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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