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12 outubro 2010

Mãos no Vento


Trago no afago do vento,
perfumes das auroras,
renuncias das lembranças 
que foram embora

Meu horizonte é muro sem vigias
composto de malhas
que fenecem em suas falhas,
como o céu que se aprofunda
num passado que se arrasta noite a fora.

Quando tudo é tão tudo
e ao mesmo tempo é nada,
equilibro a rebeldia do tempo,
no consumo das horas
onde minha alma se reveste de paz

Conceição Bentes



10 comentários:

Maria Flor✿ܓ disse...

Olá Sônia,

Que delicia seu cantinho, chego a sentir o vento em meu rosto.
Aqui renovo minha inspiração e me embriago nas ondas.
Muita Luz em seu caminhar.
Grata.

Beijos

p.s. Ótima semana!

G I L B E R T O disse...

Sônia

Minha nau esteve à deriva pelos mares afora, durante um tempo, longo tempo...

Me encontrei e voltei, para conhecer novos amigos e, sobretudo, rever os antigos - os amigos nunca partem de verdade...

Estou feliz por ter aportado nesta ilha romantica e de sensibilidade sngular novamente!


Estejas bem agora e sempre!

Nanda Assis disse...

aqui sempre perfeito!!!

bjosss...

Adolfo Payés disse...

Tu mundo es maravilloso... Un beso..

Un paso inesperado ante tu espacio, me doblego y acaricio así tu presencia escrita…

Pido disculpas por mi ausencia y por este pequeño mensaje, que publico en la mayoría de los blog que visito.


Un abrazo
Saludos fraternos..

Luísa disse...

Que bela aragem aqui se sente! Embala-nos os cabelos em tom de poesia natural...
Beijinho terno!

Mar Arável disse...

Mais um ciclo de marés

Sonhadora disse...

Minha querida
Passando para deixar um beijinho.

Sonhadora

Carmem Teresa disse...

Sem dúvida, uma paz muito bem decantada em poesia... em um recanto que nos deixa o desejo de ficar....

SKIZO disse...

Fabuloso
boas
criações

girlsexy disse...

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Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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