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01 novembro 2011

O invisível Poema


Aqui se cruzam os caminhos
de épocas remotas e atuais.
Neste espaço finco os beirais
desta casa onírica.


Meu ninho é esta escrita em pergaminho.
São as fantasmagorias banais,
os sons obsessivos das vogais
e as libações efêmeras do vinho.

Não falo de casas em borborinho,
nem de monumentos e catedrais.
Registro, apenas, nesta escrivaninha,

o invisível poema em redemoinho, 
capturando o lido e o olvido e os ais 
escutados na partição dos caminhos.


Rubens Jardim




Imagens ao acaso, durante o descanso no trabalho, incluindo os companheiros de lanche!

2 comentários:

Luís Coelho disse...

As fotos são muito belas e toda essa paisagem parece ser um verdadeiro paraíso.

O poema parece ter sido o resultado dessa visão.Algo que se escreve ainda no redemoinho dos pensamentos.

Amor feito Poesia disse...

Fiz a escalada da montanha da vida
removendo pedras e plantando flores.

Cora Coralina

Bom Fds e o meu carinho...M@ria

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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