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29 janeiro 2013

Pensamentos na madrugada de Yohana Sanfer



Eu prezo é o amor que é gasto com prazer, que é escasso, raro e inquieto. Tenho preguiça do que é a prazo, do lento, do morno abrandado com soprinhos. Faço passeatas é pelo amor singular, especial, que tem pressa, fome e sede de ser. Não pra ser breve mas porque não se contém.

Yohana Sanfer





Ele vai chegar. Vai chegar como ondas de um mar imprevisto, daquelas bonitas, merecedoras de uma bela fotografia, daquelas que ainda que você tente correr, te alcançam e te regam os pés, te puxam sem permissão, te lavam a alma e o coração e te devolvem às margens tonta, quase inconsciente, tamanho seu impacto e alcance.

Yohana Sanfer





Do cansaço recorrente e das poucas coisas de que tenho certeza, admito, assino e repito como um mantra: velha demais pra ilusões, nova demais pra desistir. 
O pensamento é turbulento, o coração é calejado, mas o fim da linha é um sonho alcançado e a ousadia é a força motriz, e eu sei que não teria paz um minuto sequer na vida se desistisse de acreditar e seguir assim.

Yohana Sanfer


3 comentários:

Severa Cabral(escritora) disse...

bom dia !!!!!!
Lindas imagens acompanhado de lindos pensamentos ...
bjs de bom dia !

Florianópolis e sua Magia disse...

O vento que passou por aqui me ensinou a voar. Um vento chamado coragem.
Yohana Sanfer

Florianópolis e sua Magia disse...

A menina, com seu vestido estampado sentia tudo girar. Ela girava até ficar tonta. Porque ela gostava daquela tontura pra viver. Era como centenas de borboletas farfalhando dentro dela. E no bater das asas, levassem embora as memórias, as derrotas, os cansaços. Depois, a menina saía mais leve. Como se pisando estivesse num tapete florido. Um pouco mais de vento, ela saia voando. Gostoso não sei se era. Mas bonito parecia. Ver a menina daquele jeito, cabelos soltos, pés descalços, sorriso no rosto, uma estrela na testa. Como num quadro pintando a guache. Girando e vendo tudo girar. Ela e Deus. Sozinha no planeta Terra. Louca e completamente feliz.
Cris Carvalho

Quem sou eu

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Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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