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18 janeiro 2009


Senta-te ao lado do meu silêncio.
Não me abraça agora, mas
Escuta as ondas e o meu silêncio...

Senta-te comigo,
Sente o cheiro da maresia e olha
Mar e céu fundidos nesse intenso azul.
Deixe que eu respire o perfume do mar
Pressentindo o calor da tua pele
Sem ainda te tocar...

Deixa que eu perceba o bater do teu coração
Misturando-se ao vai e vem das ondas...
Deixa-me voar em pensamentos
Sem tirar os olhos do mar,
Espera o vento cálido chegar
Para então dizer que me ama...

Ate lá me deixa ficar só assim,
Sentindo a tua presença e o mar
Depois falaremos de amor e mais nada....

Sônia Schmorantz

14 comentários:

MPereira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Arantza G. disse...

Qué guapo poema, es tan relajante...
Me encanta.
Un beso.

Isa disse...

Correndo...só para dizer q.deixei selinho para ti.
Beijoo.
isa.

Xana disse...

que bom é sentir o silencio do amor, que bom é sentir e ouvir o bater do coração do outro.
Beijo enorme e boa semana cheio de batidas de coração apaixonado

Málvadinha disse...

Belissimo texto... uma ótima semana pra vc!!
Bjs

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA SONIA, O NOSSO MAR, ETERNO MAR DOS NOSSOS SONHOS FEITOS POESIA... ADOREI AMIGA...
... UM ABRAÇO DE CARINHO E TERNURA,
FERNANDINHA

a ALMA das IMAGENS disse...

O mar, sempre o mar... sentei-me a teu lado e escutei o grito do teu silêncio, um som feito de ondas e maresia com um leve sabor a vento.
Beijinho
Abraço de alma.
Assina:
Sissi

Daniel Costa disse...

Sonia


Parece muito simples, mas profundo, porque será sentido, como o mar. Aprecio a simplidade de pensamentos, porque parecem mostrar uma realidade. Sensível assim, serás tu.
Gostaria que aceitasses também o seguinte poeminha, retribindo o prazer proporconado, pelo teu:

POEMA IMENSO BRASIL

Para avistar o Cruzeiro do Sul
Viajo para lá do Oceano azul
Salto à Praia de Copacabana
Em sonho, vou até à de S. Vicente
Quilómetros além da cidade Paulista
Onde aportou, primeiro Álvares Cabral
O marinheiro, o grande Senhor
Aí começou Vera Cruz
Como o Tozzini escrevia
Radialista, mas não Doutor
Ali teria sido rezada a primeira missa
Mais tarde a exótica madeira
Inspirou o actual nome, outra bandeira
De muitos amigos, vinha a informação
Era tudo, como um enlevo, uma canção
Recortes de jornais, que arquivei, com emoção
Que será feito desses amigos do coração
Os que recebiam e falavam da Franquia
A D. Edna, o Alex Picanso, o Centeno
O Catta Preta, o Barbedo
O Lauro Natali, o Barros
E vários outros, que o Américo Tozzini
Era como se fosse avô, não ficava quedo
Bastantes recortes de jornais
Nos meus arquivos e anais
“Os Cinco Minutos com a Filatelia”
No programa “Pulo do Gato”
Da Rádio Bandeirantes,
Lá estava a inesquecível Franquia
Era o grande Tozzini que fazia
Que será feito desses amigos de um dia?

Daniel Costa

Maysha disse...

Minha amiga agradeço o poema.
Acho que te vou pedir para me ensinares a escrever poemas tão belos.

Tem uma semana de paz, beijos de luz

Aníbal Raposo disse...

Olá Sônia,

O mar sempre presente nos versos dos povos ribeirinhos. Obrigado pelo seu poema. Está lindo.

Américo da Conceição disse...

Olá! Convido para entrar no desafio que lanço no meu blog. Tens que escrever as 8 resoluções para 2009!

Passa lá e vê! :) Obrigada!

Ana Martins disse...

O mar aliado ao amor, traz uma forte inspiração, muito bonito!

Venho agradecer o seu carinho, em relação ao selo que me ofereceu, claro que aceito, peço desculpa de só agora ter vindo, mas às vezes é-me difícil entrar no seu blogue, não sei porquê, mas acontece.

Beijinhos,
Ana Martins

lupussignatus disse...

o mar

respira

*Bela Poeta disse...

Lindo Sônia! Quem realmente não deseja apenas ficar em silêncio, deixar a tranquilidade falar mais alto e apenas olhar para o lado e ver o amor de sua vida a te contemplar de modo fascinado? Existem momentos da vida que, de fato, não tem preço!
As boas lembranças serão sempre eternas dentro de um coração sonhador.
Bjjuuss...
Vanessa.

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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