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25 fevereiro 2009

Escrevi um Poema Triste



Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!

Mário Quintana

16 comentários:

Osvaldo disse...

Oi, Sônia;
Também o Tempo merece ser poetisado... Esse Tempo que passa sem nos dar tempo de acompanhar as pressas do Tempo. Quem não gostaria de ter mais tempo para mostrar ao sr. Tempo o quanto este mesmo Tempo nos tem roubado pedaços de tempo que faltam das nossas vidas...
Gostei do poema do Mário Quintana e que a Sônia valorizou em no lo mostrar.
bjs
Osvaldo

Codinome Beija-Flor disse...

Ah! O tempo.
Por tantas vezes dura apenas um breve suspirar, em outras vezes dura como se fosse a imensidão do mar.
Bjos

* Você e filhota tão bem "ali" nesse jeitinho de achar que que sou poetisa (vou escrever um dia desses o que ela disse sobre isso), deixa os poetas saberem disso, não vão perdoar vocês :)

Isa disse...

Bom Dia,doce Sonia!
Aprecio muito Mário Quintana.
Que linda está a sua família!
Felicidades!
Beijoo.
isa.

elvira carvalho disse...

Adoro Quintana. E ele tinha razão há muita beleza no poema, apesar da sua tristeza.
Um abraço e tudo de bom

Celamar Maione disse...

SÔnia,
linda consideração sobre o tempo feita por Quintana.
Um bom dia pra ti !
Beijão

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Sonia, bela fotografia...belo poema...Espectacular....
Beijos

Antonio Paulo disse...

Ah! o tempo sabio conselheiro. Um eterno contador de causos como dizia o poeta.

Xana disse...

passei para deixar um beijinho e ler a tua escolha, muito bonito.
tenho andado a correr de um lado para o outro por isso a minha ausencia pelos blogs amigos:)
fica bem ...beijinho

Maria Liberdade Oliveira dos Santos disse...

Mário Quintana é maravilhoso. Um dos meus favoritos.
Obrigada pelo presente. Fiquei feliz pela postagem.

Abraços

DE-PROPOSITO disse...

E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!
-----------
Pois é.
Se fosse eu, guardava as cartas.
Fica bem.
Felicidades.
Manuel

Daniel Costa disse...

Sonia

Gosto sempre da poesia de Mário Quintana, que não me parece triste, ou estará tão divinal, que passa despercebida?
Daniel

Aníbal Raposo disse...

Sônia,

Tenho um prémio para ti no meu blogue.

Bjs

Efigênia Coutinho disse...

Sonia Schmorantz, está sua postagem foi maravilhosa, eu adoro o grande Mário Quitana, duma sapiência , sempre leio seus livros.
O lugar que você mora é lindo, eu morei ai em Floripa 22 anos.
Com admiração,
Efigênia

Mar Arável disse...

No tempo que faz

já não se escrevem

poemas tristes

Maria Clarinda disse...

Sonia...maravilhoso este teu poema, e esta música linda...não conhecia esta versão.
(...)Agora, quando penso em bancos,
penso em dois bancos.
Sempre. E espero.

Jinhos

ASAS AO TEMPO disse...

Sonia, amei teu blog, quero segui-lo, só não achei como.
Já está entre os meus favoritos.
Teresa Cordioli.

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Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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