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10 março 2009

Mas os poetas amam


E me faço poeta que sofre sonhando
nas entrelinhas de um poema, amando
o cálamo que não cala e deita encanto
em lágrimas na cor do teu que é meu manto.

No verdor dos campos respondo em versos
o sabor do olhar que deixaste a descoberto
suspirando em folhas soltas nesto cerro
onde auroras fazem sol a teu contento.

Deito nas colinas em véu de saudade
se de ti duas palavras não tenho
mas sou sorriso quando és outra metade

e dois meios em papiros soltos ao vento
são poetas na poesia em mesmo cenho
valsando amor... sem distância e tempo.

Milamarian
Imagem: do filme Before Sunset

9 comentários:

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

Um lindo Soneto com uma bela imagem
Beijos te amo muito

Luísa disse...

Eu poeta me faço
E arrisco escrever
Alguma palavras arrisco
Para quem gostar e ler!

Eu todoso os dias aprendo
As lições que a vida tráz
Em muitas coisas emendo
Noutras, tanto me faz!

Gosto de passar por aqui
Pelo teu blog poetisado
Sinto bom gosto no ar
Respira-se amor inacabado!


Beijinho terno!

Arantza G. disse...

En los versos que lanzo al viento se van todos mis sentimientos, en los versos que se lleva el viento, se van mis pensamientos.
Un beso grandote

Mariazita disse...

Amiga
Cadé você???
Tenho sentido tua falta, viu?
Apareça!
Mais logo passo cá a comentar.

Beijinhos
Mariazita

Rosemari disse...

Sônia

Lindo poema versados em um soneto que nos leva ao êxtase.
Parabéns pela escolha.

beijos paranaenses

Isa disse...

Lindo poema.Lindos sentimentos.
Gostei das fotos.
Beijoo.
isa.

neide disse...

Sônia, mais um poema encantador.

Bjss querida

Nilson Barcelli disse...

Um excelente soneto cara amiga.
Gostei de o ler.
Bom resto de semana para vc.
Beijo.

(Carlos Soares) disse...

C como amam. Exageradamente amam

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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