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23 março 2009

SOM DO VENTO


Ouço o som do vento
Que balança as folhas
Em suave acalento
De eternas noites.

Ouço o vento farsante
Que balança os sonhos
Do humilde andante
De eternas tardes.

Ouço o som do vento
Que murmura meus passos
Nos rastros de lamento
De eterno caminhar.

Ouço o vento farsante
Que sussurra segredos
Ao coração errante
De eterno amar.

Sonia de Fátima Machado Silva
Publicado no Recanto das Letras em 09/02/2008

17 comentários:

Maria Clarinda disse...

Mais um poema lindo!!!
Parabéns Amiga!
Jinhos

Paula Raposo disse...

Muito bonito este poema!! Beijos.

mundo azul disse...

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O seu poema é lindo e cantante!


Adorei ter lido...


Beijos de luz e um dia feliz!

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Luis F disse...

Um lindo e perfumado momento... beleza e sedução nas palavras, onde a imaginação parte nas asas do sonho.

Com amizade
Luis

Victor Gil disse...

Ai o mar, o mar. Adoro o mar. Sabes fui marinheiro, talvez por isso tudo o que me fala do mar, tem para mim um significado especial. Não sei que ilha é essa de onde fala o teu vento. Não sei se moras perto do mar. Mas tenho inveja de voce, mas adoro o seu mar.
Um beijão
Victor Gil

Colibri disse...

Cara amiga,

Lindo poema... Que bons ventos sempre te encontrem, trazendo bençãos sem fim.

Beijinhos
Colibri
--
Testemunho de Adão de Campos...
Adão de Campos era um polícia militar que perseguia e desafiava os cristãos, apedrejando igrejas evangélicas. Numa noite, um Anjo do Senhor desceu até à sua casa e disse que iria levar a sua filha com um ano e nove meses de idade, devido à sua dureza de coração e incredulidade. No dia seguinte, a sua filha morreu (venha ouvir algo extraordinário).

Tatiana disse...

Sônia... sua poesia disse exatamente muito do que sinto!

Agradeço a sua presença em palavras no meu blog.

Um dia repleto de dádivas para você!

Um beijo carinhoso

Arantza G. disse...

bucólico poema que el viento depositó.
Un beso.

Carla disse...

lindo este poema
beijos

O Profeta disse...

O silêncio da solidão mora em meus olhos
Revela-se na tristeza, retém a palavra amarga
Tem a nudez de um aguaceiro de Maio
Uma garganta presa em grades que a voz embarga

Hoje a Ilha acordou presa ao silêncio
Os pássaros voaram no chão de barro frio
Esqueceram-se de subir ao azul
Lavaram as penas nas águas de um rio


Convido-te a descansar a alma nas minhas pedras de Ouro

Boa semana


Mágico beijo

poetaeusou . . . disse...

*
farsante é o vento
que nas suaves noites
sussurra mentiras
ao eterno amor,
,
mares de simpatia,
,
*

acqua disse...

Soou como música aos meus ouvidos...

ลndreia disse...

Hoje mais que nunca, sinto esse vento! *

Antonio Paulo disse...

Esse vento
que leva e traz segredos
esse vento sussurando
que diz não tenhas medo

sim sou leve sou brisa
toco levemente no rosto
de quem essa areia pisa.

Mª Dolores Marques disse...

Um belo poema, que me seduz a ficar e reler, e sentir este ambiente fantástico no seu blog...


Um beijo

Dolores

neide disse...

Sônia, é sempre bom voltar aqui e ler tão belas poesias, feitas com a alma. Muito bonito.

Feliz semana.

Bjsss

(Carlos Soares) disse...

Ahhh... eu gosto muito de me encostar na janela, ou deitar numa rede e deixar o vento me acariciar.Sublime.

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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