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05 setembro 2009

De certa forma



De uma certa forma acho que essa flor
se parece com a gente.
Compõe-se de tantos pedaços,
de tantos fios, fios de tantas medidas,
delicados, suaves, entrelaçados.
Dura por um certo período firmemente
até que um dia o vento sopra mais forte
e ela se espalha pelo ar,
esparramando a sua alma no Universo.
Assim como a gente...

Texto de Nerina Amato
http://nerina.amato.zip.net/
Imagem de Tadeu Segundo


9 comentários:

Maria L. Bózoli disse...

até que um dia o vento sopra mais forte
e ela se espalha pelo ar,
esparramando a sua alma no Universo.
Assim como a gente...


lindo texto Sonia!

Beijos prá ti....Paz neste Domingo!

direitinho disse...

Olá bom dia e bom Domingo.
Flores efémeras como as nossas vidas. Só de ver essa imagem já teriamos um bom pensamento.
Nesta vida de passagem com um leve sopro de esperança o vento nos leva ao mundo do esquecimento.
Que sobre sempre boa semente e que se reproduza em coisas boas de verdade e paz, saúde e bem para os vindouros.

EDUARDO POISL disse...

Que poema lindo este! parabéns .
beijos te amo

mar salgado disse...

Bonito.

Pois é.....
Que saibamos ser como a flôr que vive dando beleza ao mundo.

Abraço português :)

de mim para ti disse...

Muito bonito! Voltarei se me permitires.
Um abraço.
M.

Paula Raposo disse...

Lindo o poema, lindas as fotos!! Adorei tudo. Beijos.

José Carlos Brandão disse...

Vivemos no tempo, mas o tempo vive no eterno. A beleza não morre.
Um brande abraço.

Agulheta disse...

Sónia.Se nós fossemos como esta simples flor,nos espraiar no ar como raios de luz,quando era criança gostava de as tirar e depois soprar nelas para ver elas voarem.

Beijinho e boa semana Lisa

Zé Ernesto - Gaia disse...

Domingo, 6 de Setembro de 2009
Hai-cai - 141

Flor de fios brancos
Dente-de-Leão somente -
Não pode ser gente

Xi

Zé Ernesto Gaia

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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