.

.

12 janeiro 2010

Banco de Jardim



Se me perguntarem onde me imagino
Daqui a uns anos,
Se me imagino a mim,
Com pipocas na mão num banco de jardim,
Se me imagino a acreditar
Em alguém que hoje não conheço,
A minha resposta é um rotundo sim.

Porquê? Porque a vida é assim.
É estar sentado num banco de jardim
E sentir a alma longe de mim,
E dizer quase sempre que sim.

Para quê? Para a vida ser assim,
Para apreciar um banco de jardim
E a vida à volta de mim
E dizer sempre que sim.

Sim! Sim! Sim! A vida é assim
Para quem gosta e não gosta de mim,
Para quem se senta ou não num banco de jardim,
Para quem diz ou não diz que sim!

Antônio Carvalho



26 comentários:

direitinho disse...

Lindo poema. Deu-me mesmo uma simpatia por um banco do jardim.
Sentar-me por lá e esquecer-me de mim

Bloguinho da Zizi disse...

Sim, sim, sim
quero um banco de jardim.

Lindo
gratidão

Andresa disse...

Ola amiga, daqui alguns anos quero apenas caminhar tranquilamente nas areias de um paraiso
Bjs
Andresa

A Senhora disse...

Sim, é verdade! :) Embora não me veja num banco de jardim... Talvez num banco de parque de diversões. ;)

beijos

A Senhora disse...

Aliás... que tal um banco dentro daquele barco ali, na foto de entrada? Linda a foto! :)

Victor Gil disse...

Querida amiga Sonia.
Como entrei neste principio de ano em pré-reforma, um banco de jardim serve sempre para relaxar, ler um bom livro ou o jornal, fazer uns poemas, mas nunca para parar no tempo, como se vê muitas vezes em muitas cidades do mundo.
Beijos amiga
Victor Gil

Lídia Borges disse...

Cheio de ritmo, de alegria e vontade de viver.
Gostei muito!


L.B.

tossan disse...

Banco de jardim

Apetece-me!
Hoje sento-me no banco do jardim.
Aqui espero a tua chegada.
Hás-de vir um dia, eu sei.
Rodeiam-me os passos do sossego.
Ao virar a face creio em ti no horizonte.
Não estou aqui a todo o momento;
Vou e venho amiúde, e me tolero
Neste jogo de anseio.
Entretanto se chegares e não me vires,
Pergunta por aí onde me encontro.
Não creio que o banco de jardim te responda
Pois nele não mais me sentei.

© Gonçalo Lobo Pinheiro

Lindas fotos! Que sol hein! Beijo

Pelos caminhos da vida. disse...

Assim é a vida.

Bom dia amiga.

beijooo.

Layara disse...

... guria linda.


que versos mais sonoros, reverberam nos dias assim, enfrente ao jardim, um sonoro sim,pq a vida é assim.

gostei.


beijos entao.

Mariana disse...

Linda imagens sei que irei encontrar sempre por aqui.
Belo poema.
Tenhas um dia produtivo.

SAM disse...

Sim! É linda toda a postagem, Sonia. Entra no coração.


Carinhoso beijo.

louca esquizoffrenica disse...

Distante por um tempo mas em cada regresso a certeza de que posso tranquilamente sentar-me num banco de jardim e ficar a apreciar as imagens e a beber as palavras que nos ofereces.
Beijos Sónia.

in natura disse...

Suas fotos são lindas! Saudade mesmo daquele banho de mar no pontal naquela praia linda com você. Quem sabe em março se o fotógrafo aqui de casa não começar a trabalhar. Beijuss

Vitor Chuva disse...

Olá Sonia!

Figura simpática a do banco de jardim. Lugar humilde, comum, donde a gente simples observa o mundo a passar; fiel amigo e companheiro, sobretudo daqueles que se encontram nos dois extremos da vida. As fotos... são lindas!
Um abraço.
Vitor

Bandys disse...

Sonia,
Sim !

Sim pra vida!
Sim pra toda essa energia boa que teus ventos trazem.

Fotos belas.

Beijos meus

Lainha disse...

Que coisa linda, essa forma de ver a felicidade na simplicidade da vida, em comer pipoca num banco, ou sentar e contemplr a natureza...Fico maravilhada com esse mundo dos blogs e quano encontro pessoas que descrevem o amor nas coisas mais simples. Por isso Sônia, que começei a escrever meu livro, minhas viagens, tem sido de um grandeza qu nem sei explicar, essa troca de informações, eseriências, histórias de vidas e superações, tem me tocado profundamente...Por isso vou continuar viajando, ra escrever minha história junto com elas,e ess paraíso que vc mora, será parte do meu destino!!! Pode ter certeza...Realmente, temos um aso de amor com a vida!!!

Um grande bjo querida!!!

Só Eu (Ricardo) disse...

Olá Sônia.
Consegues manter um total bom gosto nas escolhas que fazes para publicares. É uma delicia voltar aqui e ficar a ler textos tão bons.
Obrigado pelas palavras muito bonitas que deixaste no meu Manhas de Inverno.
Deixo-te um beijo com muita ternura
Ricardo

Fernanda disse...

Olá amiga Sónia,

Também acho que sim!
É sempre mais fácil dizer que sim, sim a tudo e a todos.
Gostei da imagem do banco do jardim! e das belas fotos como sempre!

Beijinhos

Agulheta disse...

Sónia.Eu aprecio um banco de jardim,e ele pode ser muito belo em cada momento da vida,mas eu sou mais de sentar na areia e olhar o mar. As fotos muito bonitas.
Beijinho Lisa

Sonhadora disse...

Sonia
Lindo poema.
Nunca sabemos para onde vamos...o banco dá jeito.

Beijinhos

Rosemildo Sales Furtado disse...

Deve ser fantático sentar no banco de uma praça como esta e apreciar a beleza que ora se apresenta na obra desse alguém desconhecido. Lindo poema minha amiga. A foto que o ilustra é simplesmente maravilhosa. Bela escolha.

Abraços e fique com DEUS.

Furtado.

Sandra Helena Queiróz Silva disse...

Olá Sônia!

Estava viajando.
Agora é voltar a escrever, ler os inúmeros artigos publicados pelos amigos e seguindo em comentários e lendo blogs tão excelente quanto o seu.

Beijos de Luz

Luísa disse...

Tão belo banco de jardim, que espera tranquilamente por mim...
Um dia encontramo-nos lá!

A escolha de hoje é de muito bom gosto. O tal bom gosto a que já nos habituou!
Beijinho terno

Sandra disse...

Ola AmigaVenho agradecer o seu carinho no blog.
http://sandraandradeendy.blogspot.com/
E também no petas um voo Livre.
É sempre muito bom ter vc. por lá.
Tem selo em meus mimos. Se gosta é só levar.
Um grande abraço.
Sandra

Graça Pereira disse...

Eu tenho um banco no meu jardim, onde me sento para ler, desabafar e ás vezes, até chorar...
Toda a gente devia ter um banco assim...
Beijos
Graça

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

.

.