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10 julho 2010

Epigrama n° 1


Pousa sobre esses espetáculos infatigáveis
uma sonora ou silenciosa canção:
flor do espírito, desinteressada e efêmera.

Por ela, os homens te conhecerão:
por ela, os tempos versáteis saberão
que o mundo ficou mais belo, ainda que inutilmente,
quando por ele andou teu coração.

Cecília Meireles



11 comentários:

Costea Andrea Mihai disse...

hello! beautiful works!! first is amazing..best regards

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiva.

As palavras de Cecília,
encontram eco,
em todos aqueles
que conhecem a sútil
diferença,
entre viver e existir...

Dias de paz para ti.

Rosa Carioca disse...

Sempre é um encanto visitar este espaço...

AROBOS disse...

Preciosa la música que nos has dejado en tu página. Poema hermosísimo y fotos de lujo.

Ana Martins disse...

Boa tarde Sónia,
tão lindo quanto pequenino!
Grata pela partilha.

Beijinhos,
Ana Martins
Ave Sem Asas

rouxinol de Bernardim disse...

Sonia:

Fotos maravilhosas como só uma sensibilidade pura sabe colher...

Lu Nogfer disse...

Ola Sonia!

Poesia da Cecilia e sempre divina mas na fusao das lindas imagen,se superou!
Belissimo post!

Beijos!

Daniel Costa disse...

Sônia

Maravilhoso o pensamento poético que Cecília Meireles nos legou. Mais uma vez a brisa da Ilha me tocou, com a tua bela escolha.
Abraço
Daniel

sam rock disse...

Siempre son de agradecer los versos de Cecilia y tus fotografías, Sonia.

Un fuerte abrazo

M@ria disse...

Não importa para onde vamos seguindo,
entre nós sempre haverá a lembrança
de um olhar, de um carinho,
e da integridade de momentos sinceros.

- Mario Quintana –

Amor e paz na sua semana...Beijos mil !

REGGINA MOON disse...

Sônia,

Belíssimo esse verso se Cecília, o que nos transmite mais encantamento com esse seu lindo Blog!!

Parabéns!!

um grande beijo e ótima semana!!

Reggina Moon

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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