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10 novembro 2010

Retrato em luar


Nunca tive os olhos tão claros
e o sorriso em tanta loucura.
Sinto-me toda igual às arvores: 
solitária, perfeita e pura.

Aqui estão meus olhos nas flores,
meus braços ao longo dos ramos: 
e, no vago rumor das fontes,
uma voz de amor que sonhamos.

Cecília Meireles



10 comentários:

Osvaldo disse...

Sônia;

Começar o dia lendo Cecília Meireles é sinal de um dia de felicidade.
Obrigado Sônia.
bjs.
Osvaldo

Luís Coelho disse...

Um poema cheio de pureza e encanto como são os poemas de Cecília Meireles.
Bonita escolha.

UIFPW08 disse...

Querida Sonia, lindo poema linda foto

Xana disse...

A mãe natureza nos dá forças , nos revitaliza para um dia cheio de trabalho :)
beijinhos

Mar Arável disse...

A bela Cecília

sempre

Ana Maria disse...

Grande Cecília Meireles!
Parabéns pela escolha e pelas suas fotos maravilhosas!
Beijinhos de luz!

Eliane F.C.Lima disse...

Sônia,
Vir a esse seu blogue é maravilhar-me.
Quanta cor, quanto som, quanta palavra rara.
Eliane F.C.Lima

Helena Castelli disse...

Sônia, minha querida, venho trazer um pouco de poesia e desejar que seu fim de semana seja de mil cores, que tenhas muitas alegrias!


Com Novembro a chiar nestas cigarras
as acácias sangrando suas flores
e um sol afirmativo num céu alto

Espero a tua carta e a minha vida

Uma pausa do tempo em minhas mãos
preenchida
pela contagem das horas
nas cigarras e pétalas caídas.

Mário António
(poeta angolano)

Bjs

ARO disse...

he estado ausente un tiempo y vuelvo a visitar los blogs amigos. Y he llegado al tuyo, siempre rebosante de belleza y de buena poesía.

SolBarreto disse...

Deixei um pequeno mimo pra ti no meu blog, espero que goste!
http://palavraspelocaminho.blogspot.com/2010/11/selinhos.html

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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