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01 novembro 2013

Não quero ferir a sedução das palavras...


Não quero ferir a sedução das palavras,
Nem arruinar os vestígios dos ecos
Que se soltam ao vento,
Traçando uma linha infinita,
Como um caminho até à foz.
Não quisera eu fugir,
À natureza que emanava de mim,
Incendiando os momentos 
Trazendo sempre o verbo amar nos dedos,
Para se transfigurar nos poemas.
Esse é o caminho do poeta,
O meu… e de todos os que seguirem estes passos
Degrau a degrau… como se o céu me chamasse 
Num voo que um dia sonhei,
Transfigurando o meu eu
Entre as sementes dos meus livros.

Luis Ferreira


5 comentários:

Vieira Calado disse...

Fiquei a pensar nessa linda praia...
Beijinho para si!

Cidália Ferreira disse...

Bom dia

MARAVILHOSO....ADOREI LER
Bom fim de semana
beijo

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

:.tossan© disse...

Muito bonito Sônia, Muito! A linha é infinita, degrau por degrau... Muita saudade de todos e de nós passeando e explorando os encantos da ilha. Beijo meu e da Silvania

Sotnas disse...

Olá Sônia, e que tudo esteja bem!

Sempre belíssimas as tuas escolhas, escritos e imagens, mas isto sempre tem sido a marca deveras expressiva deste teu encantador espaço, e assim se faz deveras prazeroso por cá passar, obrigado por compartilhar, e também pelas visitas e amizade, e assim desejo que seja sempre tão intenso e feliz o teu viver, um grande abraço e, até mais!

Aníbal Raposo disse...

Olá Sônia,
Lindo este poema.


Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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