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24 agosto 2014

Sou...



Sou a que
Encalhou exausta em ilhas inóspitas
E aportou sem ancora a portos sem fundo
Sou eu
A que enfrentou as ondas
E trovões e ventos
E habitou castelos de cristal e luz
Que ruíram sempre em nuvens de nada
E se foram enredando em círculos de fogo
Como se os deuses estivessem atentos
Aos secretos mundos
Em que não vivi...

Graça Maria Antunes.






6 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Bom dia Sempre com poemas lindos e imagens fabulosas.

Votos de uma excelente semana.
Beijos
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

POETA CIGANO disse...


Querida amiga e poetisa Sônia !!!!!!

Passando por aqui para deixar o meu Abraço e carinho e, ao mesmo tempo, Deleitar-me com a beleza de seu Blog e Conteúdos. Perdoa-me a demora na visita, Tenho estado muito atarefado. Quero também
Desejar-lhe um lindo dia e maravilhosa semana,Com muita paz, amor e felicidade em seu
Coração. É o que lhe desejo!

Beijos de luz !!!!!!!!

POETA CIGANO – 26/08/2014

http://centelhaspoeticas.blogspot.com

“Meus Sonhos e Devaneios Poéticos”

Sotnas disse...

Olá prezada Sônia, e que tudo esteja bem contigo!

Passando cá pelo teu belíssimo espaço, e afastando saudades, e também me encantando com mais estas tuas belíssimas imagens cá compartilhadas, bem como com este belo e acertado poema escolhido e também cá compartilhado, agradecer por tuas gentis visitas e amizade e deixar meu desejo para que seja sempre tão deveras intenso e feliz o teu viver, e um grande abraço e, até mais!

Vieira Calado disse...

Ah, amiga, todos nos habitámos castelos de cristal!

Saudações poéticas!

Nanda Assis disse...

Um tanto quanto triste!!

bjos...

Bandys disse...

Sonia,
Já esta com sua autoria o belo texto que achei no blog do Joe. realmente coloquei a.d. pois não fazia a minima ideia de quem poderia ser.
Mas achei tão lindo que realmente enfeitou meu canto. E agora mais ainda sabendo que é seu!
Sorry,
Beijos

Quem sou eu

Minha foto
Gaúcha, nos pampas nascida Um grande sonho acalentei Morar numa ilha encantada Cheia de bruxas e fadas. Nessa terra cheia de graça Onde se juntam todas as raças, Minha ilha lança ao poente O azul espelhado da lagoa, O verde silêncio das montanhas, O rumorejar de um mar azul Que beija apaixonado a areia da Minha ilha de renda poética. Não importa se há sol ou chuva, A mágica ilha é sempre azul, Fica gravada na alma e Quem aqui vem sempre vai voltar, Para descobrir novos caminhos, Novos destinos, pois Esta magia nunca irá acabar.

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